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Fotos da construção do Mustang
Foto 1 Foto 1 - Para a construção da seção central e asas, construímos um gabarito de metalão , com quatro postes separados em 2,5 m cada, totalizando os aproximadamente 7,5 de envergadura da aeronave. Note as nervuras já ajustadas e niveladas. Aliás, o alinhamento do bordo de ataque tem de ser perfeito, pois o aerofólio Naca 64a212 é laminar. Desta forma, evitaríamos altas velocidades de estol.
Foto 2 Foto 2 – O gabarito foi nivelado em todas as direções e fixado na parede para maior rigidez. Note que as longarinas principais das asas já foram adicionadas e aparafusadas à seção central, e note também o diedro de 5º.
Foto 3 Foto 3 – As nervuras das asas e seção central alinhadas e clecadas. Note que para o alinhamento dos bordos de ataque, utilizamos barras de ferro trefilado de 3/16”. Em minha opinião , a construção deste conjunto de uma só vez tornou mais fácil e precisa a construção da aeronave.
Foto 4 Foto 4 – Talvez o maior desafio do projeto. A confecção das “wet wings”, ou tanques integrais. Note a vedação nas bases das nervuras em PRC , bem como a instalação do sensor de combustível, que consiste em uma haste de alumínio, e seu principio de funcionamento é por capacitância (contato).
Foto 5 Foto 5 – Foram feitos em cada nervura das asas dois furos de ½” e um pequeno corte em suas bases, para o fluxo interno do combustível.
Foto 6 Foto 6 – Com os bordos de ataques já fechados (uma operação extremamente difícil), iniciou-se o fechamento do restante da asa. Note a janela de inspeção, localizada junto à articulação dos guinhóis do aileron.
Foto 7 Foto 7 – As duas asas devidamente fechadas. Note as cavidades para a instalação dos ailerons , que foram confeccionados posteriormente.
Foto 8 Foto 8 – Com a seção central na horizontal e apoiada sobre cavaletes de madeira, deu-se início à construção da parte dianteira da fuselagem. Note ao fundo a parede de fogo e o painel (em branco) ainda sem os cortes de instrumentos e aviônicos.
Foto 9 Foto 9 – Na parte dianteira da fuselagem, já estão colocados o tanque central (atrás do painel), alavanca de flap e bancos da Piper adaptados para o avião, já que no projeto os bancos são fixos e sem ajustes. Uma outra boa adaptação seria a utilização dos bancos do Cessna 150. O “santo antônio”, que servirá de suporte ao pára-brisas, foi afixado no lugar, mas ainda sem a medida de altura correta. Somente quando eu estivesse sentado dentro da cabine, sua altura correta poderia ser determinada.Note também o painel já cortado, com projeto próprio, com layout a seguir.
Figura 1 Figura 1 – Layout do painel do Mustang II , feito a partir de software específico. Nele haverá instrumentos básicos de vôo, aviônicos,“G”zímetro, instrumentos de motor, e painel de disjuntores à direita, com design semelhante aos dos Mooney.
Foto 10 Foto 10 – O chapeamento das laterais da parte dianteira da fuselagem.
Foto 11 Foto 11 – “Mestre Kiko”, assim apelidado, ajustando a parede de fogo e o berço do motor.
Foto 12 Foto 12 – O início da confecção do cone de cauda. Como a barriga é chata, não há a necessidade de gabaritos complicados, basta apenas apoiá-la em cavaletes. As asas foram novamente encaixadas, para a exata centralização do cone. Note que a estrutura do estabilizador horizontal já está locada.
Foto 13 Foto 13 – Alinhamento das cavernas da fuselagem
Foto 14 Foto 14 – Preparação e clecagem da chapa direita do cone de cauda
Foto 15 Foto 15 – Estabilizador horizontal sendo clecado e preparado para rebitagem. Veja que as mesas possuem base etílica.....
Foto 16 Foto 16 – Detalhe da empenagem. Estrutura extremamente robusta e rígida. Com Vne de 200 nós indicados, o “flutter” deve ser evitado. Assim sendo, o uso de contrapesos e chapas espessas solucionam perfeitamente o problema.
Foto 17 Foto 17 – Espuma dos bancos tipo Piper.
Foto 18 Foto 18 – Rebitagem do cone de cauda. O Kiko está lá dentro escorando os rebites.
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